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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Com o Aedes não se brinca

     Aedes aegypti  é o mosquito transmissor da dengue e da febre amarela urbana. Menor do que os mosquitos comuns, é preto com listras brancas no tronco, na cabeça e nas pernas. Suas asas são translúcidas e o ruído que produzem é praticamente inaudível ao ser humano. O Aedes aegypti   costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte, mas, mesmo nas horas quentes, ele pode atacar à sombra, dentro ou fora de casa. Há suspeitas de que alguns ataquem também durante a noite.
     O macho, como de qualquer espécie, alimenta-se exclusivamente de frutas. A fêmea, no entanto, necessita de sangue para o amadurecimento dos ovos que são depositados separadamente nas paredes internas dos objetos, próximos a superfícies de água limpa, local que lhes oferece melhores condições de sobrevivência. Em média, cada mosquito vive em torno de 30 dias e a fêmea chega a colocar entre 150 e 200 ovos. Se forem postos por uma fêmea contaminada pelo vírus da dengue, ao completarem seu ciclo evolutivo, transmitirão a doença.
      Os ovos não são postos na água, e sim milímetros acima de sua superfície, principalmente em recipientes artificiais. Em contato com  água os ovos eclodem em pouco menos de 30 minutos. Em um período que varia entre sete e nove dias, a larva passa por quatro fases até dar origem a um novo mosquito: ovo, larva, pupa e adulto Por isso é importante acabar com os criadouros como: garrafas, pneus, vasos de planta e etc.
      Outro grande aliado no combate ao Aedes é a inserção desse assunto no ambiente escolar, que  visa intensificar a conscientização da população para o enfrentamento ao mosquito Aedes, pois  a  escola é ponto de partida eficiente para a educação voltada à saúde pública.

Refências:
  • NASCIMENTO, F.G., SOARES, F. G. N.;IMPORTÂNCIA DA ESCOLA NA PREVENÇÃO DE NOVOS CASOS DE DENGUE.
  • MINISTÉRIO DA SAÚDE
 




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